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segunda-feira, 23 de março de 2009

O SENHOR MEU PASTOR É – nº 37


Letra: James Montgomery – 1771 – 1854 (baseado no Salmos 23)
Música: Thomas Koschat – 1845 – 1914
Referências: Salmos 23
Isaías 26:3-4

Muitos autores de hinos têm-se dedicado à tarefa de colocar em versos a mais amada de todas as passagens das escrituras – Salmo 23. James Montgomery, autor da letra, conseguir reter a beleza e o consolo que esses versos trazem.
Com as palavras do Salmo original as palavras de James Montgomery, falam, primeiramente, sobre o Senhor, louvando Seu cuidado: “Por águas tranqüilas, me conduzirá”, por exemplo. Em seguida, suas palavras são dirigidas ao Salvador, agradecendo-Lhe diretamente: “Tu unges minh’alma”. Tanto no Salmo quanto no hino, a gratidão ao Senhor por seus cuidados, conduz de maneira natural a uma prece de agradecimento.
O comentário de James E. Talmage a respeito de João 10:1-21 é muito importante para se entender a figura de linguagem que é usada neste hino: Cristo disse: “Eu sou o bom pastor”. Em seguida ele mostra com eloqüente exatidão, a diferença entre um pastor e um mercenário. O Pastor tem interesse pessoal por seu rebanho, a quem ama; ele conhece cada uma por seu nome, enquanto o mercenário chama suas ovelhas apenas de rebanho. Enquanto o pastor está disposto a dar a vida pôr sua ovelha, o mercenário foge, quando o lobo aproxima-se, deixando o caminho livre para que o lobo as espalhe ou mate.
A melodia original composta e arranjada por Thomas Koschat, apareceu no primeiro volume de canções folclóricas alemãs para vozes masculinas em 1879. A canção começava com a palavra “Abandonada” e tornou-se bastante popular.
Já no final do século XIX foi adotada a canção com a letra nova do Salmo 23 e colocada no hinário da Escola Dominical.

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