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segunda-feira, 19 de abril de 2010

“Coração de Mãe”

 Obra de Cecília Beaux
O que significa ter um “coração de mãe” e como se pode ter um?
Aprendemos a respeito de algumas de suas qualidades nas escrituras. 
Parafraseando Provérbios: “Mulher (…) quem a achará (com um coração de mãe)? [Pois] “seu valor muito excede ao de rubis”. Ela “(…) trabalha de boa vontade com suas mãos. (…) planta uma vinha com o fruto de suas mãos. (…) Abre sua mão ao pobre (…). A força e a honra são seu vestido (…). Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua. Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça”. (Provérbios 31:10, 13, 16, 20, 25–27) 
Uma mulher com um “coração de mãe” tem um testemunho do evangelho restaurado e ela ensina os princípios do evangelho sem equívoco. 
Ela cumpre os convênios sagrados feitos nos templos sagrados. Seus talentos e habilidades são compartilhados com abnegação. 
Ela estuda tanto quanto suas circunstâncias lhe permitem, aperfeiçoando a mente e o espírito com o desejo de ensinar o que ela aprende às gerações que se seguirem.
Se tiver filhos, ela é uma “[boa mãe]” (1 Néfi 1:1) que vive e ensina os padrões de comportamento exatamente na linha dos ensinamentos dos profetas vivos. 
Ela ensina “seus filhos a orar e a andar em retidão perante o Senhor”. (D&C 68:28) Em lugar de ouvir as vozes e as meias verdades do mundo, ela sabe que os padrões do evangelho se baseiam nas verdades eternas e imutáveis. Ela acredita que a “responsabilidade primordial da mãe [de] cuidar dos filhos” é uma “[atribuição sagrada]”. (“A Família — Proclamação ao Mundo”, A Liahona, outubro de 1998, p. 24) Cuidar e nutri-los fisicamente é uma honra tão grande quanto o é cuidar e nutri-los espiritualmente. 
Ela não “[se cansa] de fazer o bem” e se deleita em servir a família, porque sabe que “de pequenas coisas provém aquilo que é grande”. (D&C 64:33)
(...) As mulheres que cumprem os seus convênios com um coração de mãe, sabem que, quer a maternidade chegue cedo ou tarde; quer elas sejam abençoadas com a aljava cheia de filhos aqui na mortalidade ou não; quer sejam solteiras, casadas ou deixadas para carregar a responsabilidade de criar os filhos sozinhas — nos templos sagrados, elas são “[investidas] de poder do alto” (D&C 38:32) e com essa investidura, recebem as bênçãos prometidas “crendo-as e abraçando-as”. (Hebreus 11:13).
(...) Não existem limites para o que uma mulher com “coração de mãe” pode realizar.
Julie B. Beck

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