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sexta-feira, 2 de abril de 2010

“Ele Ressuscitou”


 Pudemos quase imaginar ter visto os dois anjos com vestes resplandecentes que falaram com Maria, dizendo: “Por que buscais o vivente entre os mortos?
Não está aqui, mas ressuscitou”.
O Senhor previu: “Convém que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, e seja crucificado, e ao terceiro dia ressuscite” (Lucas 24:5–7).
Lembramos o diálogo entre Maria, os anjos e o Senhor:
“Mulher, por que choras? Ela lhes disse: Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram.”
Ela virou-se e “viu Jesus em pé, mas não sabia que era Jesus.
Disse-lhe Jesus: Mulher, por que choras? Quem buscas?
Ela, cuidando que era o hortelão, disse-lhe: Senhor, se tu o levaste, dize-me onde o puseste, e eu o levarei.
Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, voltando-se, disse-lhe: Raboni (que quer dizer, Mestre).
Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus” ( João 20:13–17).

O Significado da Páscoa
Às vezes nossas comemorações de acontecimentos extraordinários parecem assumir aspectos terrenos, e não compreendemos plenamente a importância do motivo da comemoração. 
Isso acontece com a Páscoa, na qual frequentemente comemoramos o feriado e não o profundo significado da Ressurreição do Senhor.
É realmente infeliz aquele que ignora a divindade de Cristo, nosso Mestre, e Sua condição de Filho de Deus. Sentimos realmente pena daqueles que consideram o supremo milagre da ressurreição “apenas uma experiência subjetiva dos discípulos e não um acontecimento histórico real”.
Sabemos com toda certeza que tudo isso é real. Cristo disse a respeito de Si mesmo a Nicodemos:
“Dizemos o que sabemos, e testificamos o que vimos; e não aceitais o nosso testemunho” ( João 3:11).
E então lembramos que Pedro testificou: “Saiba, pois, com certeza toda a casa de Israel, que a esse Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo”(Atos 2:36).
“Mas vós negastes o Santo e o Justo (…); E matastes o Príncipe da vida, ao qual Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas” (Atos 3:14–15).
Destemidamente, Pedro e João puseram-se diante do conselho e declararam novamente:
“Seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, em nome desse é que este [o homem que era coxo] está são diante de vós. (…) E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” 
(Atos 4:10, 12).
Pres. Spencer W. Kimball
A Liahona Abr2010

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