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terça-feira, 6 de julho de 2010

O Domínio do Temperamento

 Obra de Frederick Morgan
“Estou convencido de que pais violentos produzem filhosviolentos. Tenho certeza de que esse tipo de punição, na maior parte dos casos, produz mais mal do que bem. As crianças não precisam ser espancadas.
Precisam de amor e encorajamento. Precisam de pais para quem possam olhar com respeito, e não com medo. Mas, acima de tudo, precisam de exemplos”. Pres. Hinckley 
(...) Os pais exercem uma imensa influência sobre os filhos. Como é abençoado o filho ou filha que tem um pai que se importa com eles, que os ensina, castiga com amor e os influencia para que se tornem pessoas
melhores, melhores maridos ou esposas, melhores pais ou mães. O temperamento violento não causa sentimentos de amor e confiança no coração dos que foram vítimas da cólera. Ao contrário, gera sofrimento e lembranças de uma infância desagradável que, com muita freqüência, passam para a próxima geração.
“Quem pode calcular a extensão e profundidade das feridas causadas por palavras duras e amargas pronunciadas numa hora de raiva? Como é triste a visão do homem, forte em outros aspectos, que perde completamente o controle de si mesmo quando uma coisinha de nada, geralmente de conseqüência insignificante, perturba-lhe a serenidade. Em todos os casamentos existem, naturalmente, diferenças ocasionais. Não vejo, porém, justificativa para explosões temperamentais
diante da menor provocação. (...) Pres. Hinckley  
O temperamento violento é algo terrível e corrosivo, mas o trágico é que não resolve nada; só alimenta o mal com ressentimentos, rebelião e dor.
Que possamos nos elevar e ser homens e mulheres de Deus, dominando nosso temperamento para que a paz e o amor reine em nosso lar. 
O aspecto mais importante da paternidade é o casal ter um bom relacionamento e dar um exemplo de amor e paciência aos filhos. 
O domínio do temperamento resultará em bênçãos agora e nos anos vindouros, quando os filhos constituírem o próprio lar e a própria família.
DOUGLAS E. BRINLEY
Professor de História e Doutrina da Igreja,
Universidade Brigham Young.

A Liahona Fev2008

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