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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

História do Hino - Onde Encontrar a Paz?

 Letra: Emma Lou Thayne, n.1924
Música: Joleen G. Meredith, n. 1935

Referências: João 14:27; 16:33
Hebreus 4: 14-16

“Quem, dentre nós, já não teve suas horas de Getsêmani?”, perguntou Emma Lou Thayne, autora deste hino. “E quantos de nós procurou a calma e a bondade que apenas o Salvador pode oferecer?” As palavras honestas e tocantes deste hino pode ajudar em momentos difíceis: - primeiramente, porque elas nos ajudam a compreender profundamente que tanto homens quanto mulheres passam por estes momentos e, em segundo lugar, porque elas nos fazem lembrar da verdadeira fonte de conforto e alívio.
Em 1971, a autora e a compositora, então, membros da Junta Geral das Moças, foram convidadas a escrever um número musical para uma conferência de Lauréis. Emma telefonou a Joleen, para discutirem o assunto.
Joleen Meredith prossegue com a história: “Encontrava-me na sala de música de minha casa, na ocasião. A irmã Thayne estava pensando numa mensagem de esperança e paz como tema do hino. Quando ela começou a citar algumas das palavras da letra do hino, fui até o piano (meu telefone tinha um fio muito comprido) e disse: “Parecem boas - e a música deveria ser mais ou menos assim... “Ótimo”, disse ela, e citou mais um verso. Respondi com mais uns compassos de música. Antes que nossa conversação terminasse, já havíamos feito o rascunho do hino. Temos mencionado com carinho que esse foi um hino “por telefone”, durante todos estes anos.
A letra teve um profundo significado para a autora Emma Lou Thayne. “A letra do hino veio à minha mente em um período difícil em minha família. Estávamos com uma filha doente, com problemas na espinha vertebral, tendo que interromper seus estudos na universidade. Meu marido havia acabado de ser chamado para bispo de uma ala de estudantes; quatro de nossas filhas tinham menos de dezessete anos e suas vidas eram muito atarefadas”. “Orar à noite, orar de manhã”, havia-se tornado o lema da família; agora, transformara-se em “Orar o tempo todo”.
“É irônico”, continua ela, “que a publicação deste hino tenha acontecido neste ano em particular (1985), quando, só de ouvir sua mensagem, ainda vital para mim, senti novamente alívio numa outra época de dificuldades. Cinco meses atrás, um pé de cabra foi jogado da estrada contra o pára-brisa de meu carro, quebrando-o e fraturando oito ossos de meu rosto e por pouco não atingiu o meu olho. 
Nessa ocasião, quando a leitura e a composição não eram a parte mais importante de minha vida, cheguei a ouvir aquela “música de dentro da alma”, que às vezes vêm aos nossos ouvidos, procurando justamente as palavras que esse hino nos fornece. Sou muito grata pela ressurreição desse hino que muito me ajudou em minha recente ressurreição, a qual talvez, nunca sentisse sem os momentos difíceis, e sem a graça divina do impulso de procurar Deus.

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