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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

“Faça o seu dever, é o melhor a fazer; e deixe o restante para o Senhor”.


Há vários anos, o Pres. Monson recebeu uma carta de um amigo de longa data (Theron W. Borup - que faleceu aos 90 anos de idade, em out2005). Ele prestou seu testemunho naquela carta.
Ela exemplifica a força do sacerdócio em alguém que aprendeu o que devia aprender, fez o que devia fazer e sempre procurou ser o que devia ser.
Alguns trechos da carta:
“Aos oito anos, quando fui batizado e recebi o Espírito Santo, fiquei muito impressionado com a necessidade de ser bom e a capacidade de ter a companhia do Espírito Santo para ajudar-me por toda a vida.
Foi-me dito que o Espírito Santo só andava em boa companhia, e que se o mal entrasse em nossa vida, Ele se afastaria. Sem saber quando eu precisaria de Sua inspiração e orientação, procurei viver de modo a nunca perder esse dom. Em certa ocasião, ele me salvou a vida.
Durante a Segunda Guerra Mundial, fui engenheiro-artilheiro em um bombardeiro B-24, sobre o Sul do Pacífico.
Certo dia foi feito um anúncio de que o mais longo vôo de bombardeiro já realizado seria efetuado para tentar destruir uma refinaria de petróleo.
O Espírito sussurrou-me que eu estaria naquele vôo, mas que não perderia minha vida. Na época, eu era presidente do grupo de membros da Igreja.
O combate estava acirrado quando sobrevoamos Bornéu. Nosso avião foi atacado e atingido por outros aviões; logo pegou fogo e o piloto ordenou que nos preparássemos para saltar. Fui o último a pular. Fomos alvejados por pilotos inimigos quando descíamos de pára-quedas. Tive dificuldade para inflar meu bote salva-vidas.
Depois de emergir e submergir várias vezes, comecei a me afogar e desmaiei.
Recobrei momentaneamente a consciência e gritei: ‘Deus, me salve!’ Novamente, tentei inflar o bote salva-vidas e dessa vez eu consegui. Com ar suficiente apenas para manter-me flutuando, subi no bote e deitei-me nele, exausto demais para me mover.
Durante três dias, flutuei em território inimigo, em meio a vários navios e com vários aviões nos sobrevoando.
Como foi que não viram um grupo de botes amarelos no mar azul, é um mistério,” escreveu ele, “houve uma tempestade, e ondas de dez metros quase destruíram nossos botes.
Passamos três dias sem comida nem água.
Os outros pediram-me que orasse. Respondi que já havia orado e que realmente seríamos socorridos.
Naquela noite, vimos nosso submarino, que se achava no local, mas ele passou por nós.
Na manhã seguinte, fez a mesma coisa! Sabíamos que aquele seria o último dia [em que ele estaria] na área.
Então, ouvi os sussurros do Espírito Santo. ‘Você tem o sacerdócio. Ordene ao submarino que apanhe vocês’.
Orei em silêncio: ‘Em nome de Jesus Cristo e pelo poder do sacerdócio, volte e nos apanhe’.
Em poucos minutos, eles estavam ao nosso lado.
Quando estávamos no convés, o capitão disse: ‘Não sei como os encontramos, porque não estávamos procurando vocês’.
Mas eu sabia.”

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