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domingo, 26 de julho de 2009

"O Toque da Mão do Mestre"


Ele estava maltratado e desgastado, e o leiloeiro
Achava que quase não valeria a pena
Despender muito tempo com aquele velho violino,
Mas mesmo assim, ergueu-o com um sorriso:
"Quanto me dão, meus senhores", gritou ele,
"Quem fará a primeira oferta?"
"Um dólar, um dólar"; em seguida, "Dois!" "Apenas dois?
Dois dólares. Quem dá três?
Três dólares, dou-lhe uma; três dólares, dou-lhe duas;
Vendido por três dólares -- "Mas, não,
Bem lá do fundo da sala, um homem grisalho
Adiantou-se e pegou o arco;
Limpou, então, o pó do velho violino,
Apertou as cordas soltas
E tocou uma melodia pura e bela
Como o cântico dos anjos.

A música terminou, e o leiloeiro,
Disse com voz calma e suave:
"Quanto me dão pelo velho violino?"
E ergueu-o juntamente com o arco.
"Mil dólares. Quem me dá dois?
Dois mil! Quem me dá três?
Três mil, dou-lhe uma; três mil, dou-lhe duas;
Vendido!" disse ele.
As pessoas aplaudiram, mas algumas choraram.
"Não entendemos bem
O que fez com que seu valor mudasse". Rapidamente veio a resposta:
"O toque da mão do mestre."

E muitos homens, cuja vida está desafinada,
Maltratada e desgastada pelo pecado,
São leiloados bem barato para a multidão insensível,
Tal como o velho violino.
Um "prato de lentilhas", um copo de vinho,
Um jogo de azar -- e ele segue adiante.
Dá-se uma, dá-se duas e
Quase se entrega.
Mas aí vem o Mestre, e a insensata multidão,
Não consegue compreender
O valor de uma alma e a mudança efetuada
Pelo toque da mão do Mestre

(Myra Brooks Welch, "The Touch of the Master's Hand", The Gospel Messenger, Brethren Press, 26 de fevereiro de 1921)

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